A maior parte do mercado brasileiro de segurança ainda vende projetos — diagnóstico, relatório, recomendação. Esse modelo nasceu nos anos noventa, quando a ameaça era esporádica e a infraestrutura, estática. Não descreve mais a realidade. O adversário hoje é industrializado, automatizado e tem expectativa de retorno semanal. Defesa pontual perde para ataque contínuo.
A Vetor Bruto foi montada para operar do outro lado dessa equação. Mantemos times dedicados que vivem dentro do ambiente do cliente — não em janelas trimestrais de avaliação, mas em ciclos diários de hipótese, exploração e correção. O resultado não é um documento; é uma curva mensurável de redução de superfície.
Engenharia, não consultoria
Nossos analistas vieram de equipes ofensivas em fintechs, do CERT.br e de grupos de pesquisa universitária. Escrevem código, mantêm laboratórios próprios e contribuem para projetos abertos de detecção. O time comercial existe para apresentar, mas a entrega é executada por quem fez o trabalho.
Compromissos que assumimos por contrato
Tempo de resposta declarado, profundidade técnica do relatório, presença em comitês de auditoria, suporte direto durante incidentes públicos. Cláusulas verificáveis substituem garantias retóricas. Quando um cliente pede para ver um precedente, mostramos a evidência redigida — não slides.